Make your own free website on Tripod.com

Enciclopedia de Númaior - Artigos

"Libros - fonte de erudição."

Malvas

Por volta de 1770 AEC, os malvas tornam-se uma ameaça aos sulinos. A cada década, parecem mais numerosos e fortes.

Mariate-Neméia, o sacerdote palanthir, aconselha Guiliár (o líder palanthir) a destruir o monumento malva dedicado à sorte na guerra. Na batalha da baía de Disprendil, os malvas guerreavam e venciam os sulinos. Mal sabiam, no entanto, que sua vitória fácil se devia ao fato de que a maior força dos sulinos fora dirigida ao seu monumento. Quando Djio, o rei malva, percebeu a manobra, já era tarde. Do território malva vinham notícias sobre o fim do monumento dedicado à vitória, seguido por um desânimo que repentinamente abateu-se sobre os malvas, e isso seguido de um ataque pela retaguarda (dos sulinos que voltavam da destruição do monumento), enquanto os sulinos aparentemente derrotados e assustados da vanguarda recobraram ânimo.

Assim, cercados, tendo pesadas baixas, entregou-se Djio à Guiliár, pedindo termos de paz, para que os malvas não fossem extinguidos. Os termos incluíam tributo, fornecimento de soldados sempre que solicitado, juramento de obediência aos sulinos, e o sacrifício humano de Djio à Palanthos. Djio aceitou o termos, pois sabia que mesmo que não aceitasse, os malvas o entregariam, pois não tinham coragem de lutar sem o monumento dedicado à sorte na guerra. Djio foi entregue à Mariate-Neméia, e nunca mais foi visto, nem vivo, nem morto.

Dessa maneira, os malvas tornaram-se vassalos palanthires, por eras.

 

.